Drops em Revista

Não sabia o que fazer. Devia contar a alguém, mostrar a bunda? Mas se fizesse isso, podia perdê-la. Não queria que isso acontecesse. A bunda era tão linda, queria ficar com ela. Estendeu a mão e tocou-a. Desta vez, ela não se contraiu. Parecia estar menos assustada, agora. Talvez estivesse se acostumando com ele. Ajoelhou-se e começou a alisá-la. Instantaneamente, seu pau endureceu de novo. Afastou as nádegas, queria rever o cuzinho rosado: ele estava piscando. Tocou-o com o indicador, sentindo-o pulsar. Deixou-se ficar assim, com o dedo pressionando levemente o cuzinho. Seu coração passou a bater com força, podia ouvi-lo, e sua respiração ficou ofegante. Então, tirou o dedo e, mantendo as nádegas afastadas, aproximou a cabeça. Parou com o nariz próximo ao cuzinho, sentindo seu cheiro. Respirou fundo, tomou coragem e o lambeu, sentindo-o piscar na ponta da sua língua. Era uma sensação estranha, mas deliciosa. Passava a língua para cima e para baixo, girava-a, pressionava-a contra o cuzinho, lambia-o por inteiro. Gabriel achou que a bunda estava gostando, pois ela começou a se agitar sob suas mãos, num movimento contínuo de se empinar e baixar. Seu pau latejava e ele continuou chupando até que sentiu que sua língua praticamente entrava dentro do cuzinho. Parou e experimentou enfiar um dedo, o indicador da mão direita. Entrou, sem dificuldade. Era muito excitante sentir o cuzinho apertá-lo. Tirou o dedo quase por inteiro repetiu o gesto, fazendo um movimento de vaivém. Decidiu então enfiar mais um dedo. O indicador e o dedo do meio entraram, mas desta vez ele sentiu uma pequena resistência. Foi terminando de enfiá-los lentamente, sentindo que, aos poucos, a resistência diminuía e o cuzinho se alargava. Quando os dedos entraram por inteiro, reiniciou o movimento de vaivém. O cuzinho estava relaxado e os dois dedos entravam e saíam com facilidade. Tentou então enfiar três: o indicador, o do meio e o anelar. A resistência foi maior do que quando enfiou apenas dois, mas, com paciência, num movimento vagaroso, os três dedos foram entrando e não demorou para que sumissem dentro do cuzinho. A bunda se empinava e baixava e ele sentia uma leve pressão. Ela devia estar gostando. Cada vez mais excitado, Gabriel retomou o vaivém. Tirou e enfiou os três dedos várias vezes, até sentir que conseguia penetrar sem dificuldade. Sentia tanto tesão que do seu pau escorria um fio de fluido pré-seminal. Queria comer a bunda. Ao mesmo tempo, queria prolongar aquela brincadeira, curioso para descobrir o quando ela aguentava. Enquanto decidia, levou a outra mão ao pau e ficou se masturbando. Imaginou que aquela era a bunda de Mateus, que enfiava seus dedos dentro do cuzinho dele e resolveu que ia enfiar mais um. Cuspiu bastante, deixando o cuzinho bem lubrificado. Juntou o mindinho aos outros dedos e tentou enfiar os quatro. Foram entrando, bem devagar. A sensação era inebriante. Era delicioso sentir a resistência do cuzinho e mais delicioso ainda sentir seus dedos vencerem-na, pouco a pouco. Os quatro dedos sumiram, entrando até a base do dedão. Sua mão estava quase inteira dentro da bunda e ele sentia o cuzinho piscar, apertando-a com força. Não era somente seu pau que latejava, sua cabeça também. Sua visão estava turva. Ele não queria parar, queria continuar. Será que a bunda aguentaria?

Continua no próximo domingo, dia 26/01/2020

Gabriel passou a manhã inteira ansioso. Ainda que tivesse estudado e dominasse a matéria, não conseguiu se concentrar, esquecia o que sabia, confundia-se, atrapalhava-se. Respondeu como pôde as questões da prova. Toda vez que precisava retirar algo da mochila ou guardar, procedia com extrema cautela, para que ninguém tivesse qualquer vislumbre do seu interior. No intervalo, permaneceu calado. Parecia preocupado, os amigos lhe perguntaram se estava bem. Ele disse que sim, mentiu que estava cansado, dormi pouco, fiquei até tarde jogando videogame. Disse que ia ao banheiro e voltou à sala. Estava vazia. Aproveitou para abrir a mochila, a coisa continuava lá, respirou aliviado. Tocou-a e mais uma vez ela se contraiu. Com receio de que alguém entrasse, logo retirou a mão, tornou a fechar a mochila e voltou para o pátio. Aquilo era mesmo uma bunda? Se não, o que era?

O restante da manhã demorou a passar. Era sexta-feira, ele não teria aulas no período da tarde. No dia anterior, tinha combinado com um amigo ir para a casa dele. Almoçariam juntos e passariam a tarde jogando videogame. Inventou uma desculpa e disse que não daria mais para ir. Na volta para casa, andou com dois amigos pelas ruas, até se separarem no meio do caminho. Finalmente sozinho, acelerou o passo, quase correu, queria chegar logo. No meio da manhã, o pai, que às vezes trabalhava em casa, tinha lhe enviado uma mensagem, vou levar seu irmão ao hospital, ele não melhorou. A mãe estava no trabalho. Só a empregada estaria em casa. A mochila pesava, com a bunda. Chegou cansado, suas costas doíam um pouco, não sabia se devido ao peso extra ou se por causa da ansiedade. Correu para o quarto, subindo a escada de dois em dois degraus. Trancou a porta, cerrou as cortinas, acendeu a luz. Abriu a mochila e retirou a coisa, que se contraiu enquanto a segurava com as duas mãos. Agora, podia olhá-la tranquilamente, por inteiro, sem receio. Depositou-a sobre a cama e, ajoelhado no chão, passou a mão sobre ela, delicadamente tirando a poeira, como se a acariciasse. A coisa pareceu relaxar. Ainda estava suja, mas não estava mais empoeirada. Olhou-a com atenção. Só podia ser mesmo uma bunda, não havia dúvida. Era uma bunda grande, redonda, durinha. Levemente bronzeada, com uma marquinha de sunga. Virou-a. Do outro lado não havia nada, nem pênis nem vagina, nada, mas, pelo seu formato, era uma bunda de homem. Uma bunda linda. Será que a bunda de Mateus era assim? Devia ser. Afastou as nádegas e viu o cuzinho. Era rosado. Tocou-o de leve, sentindo-o piscar na ponta do seu dedo. Ficou excitado.

Ouviu a empregada chamá-lo para almoçar. Não estava com fome, mas disse já vou e escondeu a bunda no armário. Tentou pensar em outra coisa para seu pau amolecer e poder sair do quarto. Comeu pouco e com pressa. Decidiu que, depois do almoço, daria um banho na bunda. De volta ao quarto, enrolou a bunda numa toalha. Abriu parcialmente a porta e olhou pelo corredor antes de sair. A empregada continuava na cozinha. Correu para o banheiro. Com cuidado depositou a bunda sobre a pia, desenrolando-a. Em seguida, despiu-se e entrou no box, segurando a bunda contra o peito. Abriu o chuveiro, regulou o jato para que não fosse forte demais nem quente demais, esperou a água amornar e entrou. A água escorria pelo seu corpo e pela bunda, que ele mantinha junto a seu peito. No início, ela parecia assustada, apertada contra seu corpo, tremendo, mas acabou relaxando e aparentou gostar da água morna. Gabriel a ensaboou suavemente e depois a enxaguou por um longo tempo. Sentia um prazer intenso com o banho; enquanto ensaboava a bunda, seu pau endureceu, ficou tão duro que chegava a doer um pouco. Depois que a bunda estava enxaguada, ele começou a se masturbar embaixo do chuveiro, precisava gozar, não aguentava mais o tesão que estava sentindo, parecia que seu pau ia explodir. Com uma das mãos segurava a bunda e a acariciava, com a outra batia punheta. Estava tão excitado que gozou em menos de dois minutos.

Ao sair do box, enrolou a bunda na toalha que tinha trazido do quarto e pegou outra para si no armário do banheiro. Abriu a porta e espiou para fora, não havia ninguém no corredor. Correu para o quarto e pôs a bunda na cama, estava quase seca, terminou de enxugá-la e depois ficou parado contemplando-a, sem compreender o que estava acontecendo. De onde  tinha vindo? Alguém tinha perdido a própria bunda? Mas como alguém podia perder a bunda? Ou a bunda não era de ninguém? Será que sempre tinha sido só uma bunda, uma bunda sem pernas, sem tronco, sem cabeça? A bunda era um corpo, um ser?

Continua no próximo domingo, dia 19/01/2020

Ainda era cedo, mas o dia já estava quente, no céu não se via nuvem. Gabriel andava apressado pelas ruas, aparentemente a caminho do colégio. Naquela manhã, ia sozinho, sem o irmão mais novo, que tinha ficado em casa, após ter passado a noite com febre e vomitando. Ele se condoía pelo irmãozinho, a quem levava todas as manhãs para sua escola, a poucos quarteirões do colégio onde estudava, mas, ao mesmo tempo, estava contente por aquela solidão inesperada que o adoecimento dele lhe proporcionara. Uma pequena ponta de culpa por aquele sentimento de satisfação o espicaçava, mas não com força suficiente para fazê-lo desistir do seu intento. Sozinho, fazia um caminho diferente do habitual, era raro conseguir passar pelo parque antes de ir para o colégio. Andava a passos rápidos para poder chegar logo e ficar sentado num banco, fingindo olhar o celular enquanto, disfarçadamente, espiava os homens que se exercitavam na pista de corrida ou nos aparelhos. Era final de primavera, fazia bastante calor havia semanas, a maioria deles vestia bermuda ou short, alguns, calça de poliéster. Gostava em especial dos shorts curtinhos, que deixavam as coxas visíveis, mas o mais importante era que o short, a bermuda ou a calça fossem justos, salientando o pau, marcando-o, e delineando a bunda. Adorava ver as bundas deles, sobretudo as bundas, enquanto se espreguiçavam, agachavam, malhavam, corriam. Às vezes, quando não havia ninguém ao redor, tirava fotos ou filmava, com discrição. À noite, masturbava-se na cama com as recordações ou com as fotografias e os vídeos.

Havia entre aqueles homens do parque um que mais o excitava, seu preferido. Sempre que conseguia passar por lá de manhã, torcia para encontrá-lo. Devia ter uns trinta e cinco anos, era alto e usava barba, tinha pele morena clara, peito peludo, cujos pelos ficavam parcialmente visíveis quando ele vestia camiseta regata. Era um homem forte e tinha uma tatuagem no braço direito e outra no ombro esquerdo. Gabriel não sabia seu nome, mas o apelidara secretamente de Mateus, porque ele lembrava um ator de filmes pornôs de quem gostava, chamado Matthew. Ele se deleitava imaginando Mateus vestido com uma calça jeans justa e botas de couro ou num uniforme branco de marinheiro. Certa vez, vira-o à noite, em outra parte do bairro, próxima à estação do metrô, quando voltava para casa do cinema. Vestia terno e gravata, devia estar voltando do trabalho. Sentiu vontade de segui-lo e descobrir onde morava, mas, como estava com um grupo de amigos, conteve-se.

Sentado num banco recuado, onde não ficava muito visível, Gabriel esquadrinhava o parque, olhando quem estava lá naquela manhã, à procura de Mateus. Não o viu, talvez ainda fosse chegar. Gabriel torcia para que o ele aparecesse antes de ter de ir para o colégio. Resignado, começou a contemplar os homens que estavam lá. Alguns eram bem gostosos, tinham bundas deliciosas. Fazia alguns minutos que olhava atentamente um homem que usava uma bermuda de moletom sem cueca, a bunda redonda e dura, quando notou uma movimentação numa das pontas do parque, num ponto onde havia mais árvores, não muito distante de onde estava sentado. Dois homens, um negro e um moreno careca, conversavam, lançando às vezes olhares discretos ao redor. Pareciam examinar um ao outro e se avaliar. Eram ambos gostosos, barbudos. Um deles, o moreno, tinha um ar de safado, sorria de um jeito malicioso. O outro parecia mais sério. De repente, após olhar para os lados, certificando-se de que ninguém prestava atenção neles, o negro roçou o dorso da mão no pau do moreno, que sorriu. Ainda sorrindo, o moreno também olhou ao redor e em seguida levou a mão à bunda do outro, alisou-a e depois apertou. Fez tudo isso rapidamente. Os dois então ficaram mais próximos e, enquanto continuavam a conversar, o negro continuava a roçar a mão no pau do outro, como se esbarrasse sem querer. Os dois estavam de pau duro e de vez em quando cada um pegava no próprio pau e o apertava. Gabriel sentia seu pau latejando. Não se conteve e o apertou com força. O moreno inclinou a cabeça apontando para o bosque. Os dois pararam de conversar e caminharam rumo às árvores. Gabriel quis entrar no bosque para espiar o que eles fariam, mas, consultando o relógio, verificou que estava no parque há mais de quinze minutos, não percebera o tempo passar. Se não fosse embora imediatamente, encontraria os portões do colégio fechados e perderia a prova na primeira aula. Relutante, levantou-se, ajeitou o pau ainda duro dentro da calça e foi embora, correndo.

Estava a dois quarteirões do colégio quando conferiu a hora e, constatando que não se atrasaria, relaxou e diminuiu o ritmo. Andava agora olhando para baixo, cansado e ofegante. Prestes a dobrar a esquina, viu uma coisa no chão. Passava ao lado de uma casa com um gramado em frente, que ladeava a calçada. Havia uma coisa redonda na grama. O que era aquilo? Passava por essa rua todos os dias, mas nunca tinha visto aquela coisa. Há quanto tempo estava ali? Recoberta por uma tênue camada de poeira, parecia estar ali há alguns dias. Aproximou-se. A coisa redonda na grama parecia uma bunda. Ele estava olhando para o que parecia ser uma das nádegas. Agachou-se, estendeu a mão e tocou-a. A coisa se contraiu, como um bichinho assustado. Estava viva, era quente e Gabriel sentiu um arrepio. Saltou para trás, assustado. Será que era mesmo uma bunda? Se era, de quem seria, de onde tinha vindo, como tinha ido parar ali? Aturdido, ficou de pé e olhou ao redor. Pela calçada do outro lado da rua, vinha uma mulher em direção contrária. Ela o olhou com indiferença e seguiu seu caminho. Gabriel esperou que ela se afastasse. Ninguém mais vinha pela rua. Agachou-se mais uma vez, tocou a coisa que tornou a se contrair. Com as duas mãos, ergueu-a. A coisa tremia. Sopesando-a, concluiu que parecia mesmo uma bunda, devia ser uma bunda. Colocou-a no chão e voltou a olhar ao redor, furtivamente. Com gestos céleres, tirou a mochila das costas, pegou a coisa e guardou-a. De pé, ficou parado um instante, segurando a mochila contra o peito, indeciso, sem saber o que fazer. Então, correu em direção ao colégio, aonde chegou um minuto antes dos portões serem fechados.

Continua no próximo domingo, dia 12/01/2020

Você acabou de ler a mais recente edição do Drops em Revista. O arquivo das edições anteriores está aqui:
https://dropsemrevista.home.blog/

76 comentários em “Drops em Revista”

  1. Então, tantas coisas me passam pela cabeça que nem sei por onde começar. Primeiro parabéns, tudo tão maravilindo, interessante, o mote, os textos, falam tanto de coisas que me são caras. Marido fez o som deste filme, fui aos sets várias vezes, tínhamos acabado de começar o namoro e ele numa pausa entre Lamarca e Carlota Joaquina me ajudou na mudança e acabou ficando e já se passaram 25 anos. Começaram a filmar em janeiro de 94, e mais não conto porque tenho medo de processos. Amo Lucia Berlin, de um tanto que nem acabo esse livro de contos que é para ter o que ler dela sempre, para sempre. Ela e Raymond Carver, ficam juntinhos na estante, as vezes saco, leio um conto e me alimento por meses. Amo vcs obrigada.

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  2. Como pode ser tão gostoso de ler e ensinar tanto ao mesmo tempo? Amei! Todos os textos. E essa arte maravilhosa da Sany Alice? De perder o fôlego e ficar admirando sem parar. Parabéns a todas as envolvidas.

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  3. Drops de cultura, que delícia. Adorei.
    Sandra Spíndola, quanta intensidade em suas linhas.
    Mariana e Brumadinho sempre nos entristecem mas é preciso falar a respeito. Não esqueceremos.

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  4. Drops de cultura, que delícia.. Adorei.
    Sandra Spíndola, quanta intensidade em suas linhas.
    Mariana e Brumadinho sempre nos entristece mas é preciso falar a respeito. Não esqueceremos.

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  5. Uma espera que sempre vale a espera. Reencontrar Utamaro, que me fez, aos 16 anos, pesquisar tímida e envergonhada sobre hedonismo na biblioteca da UnB é quase um bilhete dizendo: vai.

    Eu roubaria todos os cartazes de Lautrec das árvores, talvez bêbada dos Moulin Rouge do Lucas. E seria aluna devotada da catequese do Zéfiro, adorando o deus descoberto por Drummond.

    Obrigada a todos os envolvidos por me multiplicarem.

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  6. Consegui! Acessei a revista!! Parabéns! Também gostaria de participar. Como? Fal, acabei de ler seu livro Minúsculos Assassinatos e Copos de Leite. Vc é uma escritora e tanto: originalidade, sensibilidade, auto-ironia. Depois comento. Já o Sonhei que a neve fervia vai indo aos poucos. Tão triste. Mas com amigos tão amorosos. Vcs me dão alento pra ter esperança neste pais.

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  7. Sempre foi meu melhor conselho… ocupem os espaços! Falei assim, uma centena de vezes para minhas melhores alunas. Não deixem o espaço da sala de aula vazio… os mediocres estão atentos! Obrigada pelos textos! Obrigada por ocupar meu tempo com eles!

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  8. Que bom! Que bom! Que bom que a vida inteligente se encontra, germina, cria raízes e brota em uma revista maravilhosa como essa. Tão necessária nesses tempos esquisitos, onde a ignorância e a insensatez prolifera. Que venham números infinitos!

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  9. Parabéns meninas! O Drops em Revista ficou espetacular!
    Sensação de: “como assim já acabou?” Mesmo sabendo que podemos ir à todos os links.
    Encontrar esse povo tão bom num lugar onde já tenho caneca de café favorita e abro A geladeira sem parcimônia: seu força no meu dia.
    Obrigada, à todos vcs!

    Curtido por 2 pessoas

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