Humor

Categoria: “Mal”

Basicamente funciona assim: o cara que não beijou seu cabelinho quando você estava doente em fevereiro é o mesmo que não deu a mínima pra sua desabada de vida (e de árvore) em março. Não entendo o seu espanto. Sério.

Uma história de amor. Não tem revolução, lições de vida, lances miraculantes. Uma história de amor. Não somos mais capazes de entender uma história de amor e, sim, já fomos.Há alguns meses, fiquei espantanda ouvindo amigos da minha geração declarando dúvida sobre comprar casa com quintal e árvores, afinal, “as crianças podem subir nas árvores e cair”. Na época pensei que não poderia piorar. Sempre pode, evidente. Perdemos a capacidade de assistir a um filminho de amor. Parabéns pra nós.

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Senhor, afasta de mim o vício em goiabada. Obrigada, Senhor, aguardo resultados.

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Barbie Fada com quase tudo funcionando, menos o Whatsapp, que quer me mandar um SMS em oito horas. Oito. De resto, tudo lindo. Não, não fui eu que fiquei mais esperta, são esse apareios do demo que estão cada dia mais fáceis de usar. 

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“Ain, não é ‘América’, é ‘Estados Unidos’”.

A) Noto que o amigo está com tempo livre. Venha lavar meu quintal com cândida e sabão em pó  porque os gatos tão impossíveis essa semana.

B) Ler ‘A’, por favor.

Nunca pensei que pudesse concordar com o Trump, mas vou: por favor, armem as professoras e que a moda chegue ao Brasil.

Volto pra sala de aula no mesmo instante, departamento de espanhol. Nem vou me importar com o salário. Comecem a rezar.

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