Pergunta, chuva e um hambúrguer quase tão gostoso

Chuva, finalmente. Faz mais de uma hora que um véu de água cobre a vista (hahahaha, eu sou uma graça) da minha janela.

Parecia que não chovia há meses, mas não, faz só uma semana que choveu. 

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Faz calor, minha pele arde. E coça. Não consigo colocar em palavras como me sinto mal no verão. 

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A Luciana perguntou na outra rede “você tem fome do quê”, e como a resposta verdadeira era ridícula de sem noção, respondi que era do meu divinal hambúrguer caseiro. Se você lesse, aqui ou lá, suspiraria de alívio.

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Preciso arrumar livros e roupas, cadernos e trecos (Deus, como tenho trecos). Separar o maravilhoso do trivial e do ruim é uma caminhada de anos e anos.

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O mundo acabando e os garotos se beijando no corredor. Tem uns filmes que juro por Deus.

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Dou aula em menos de cinco horas. A aula está preparada? Não.Eu estou preparada? Claro que não.

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A semana no Brasil foi surreal, por que só eu preciso fazer sentido?

Fevereiro de 2019

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